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Sábado, 12 de Setembro de 2009
GESTÃO NA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

Arminda Neves escreveu um interessante livro publicado pela Pergaminho, em 2002, cujas ideias principais quero partilhar convosco e que eu tenho procurado respeitar na gestão e administração da Junta de Freguesia de Mirandela:

• Quem gere um serviço público vê-se pressionado pela necessidade de gerir adequadamente diferentes tipos de recursos, cuja resposta dificilmente se compadece com todos os procedimentos estabelecidos, tendo de fazer um jogo bem difícil de compatibilização do cumprimento das normas com a exigência de eficácia e eficiência nos resultados.

• É urgente acabar com a velha ideia de que basta “administrar” e não gerir os serviços públicos.

• As intervenções sobre o mesmo sistema devem ser articuladas, evitando desperdício de recursos e potenciando sinergias.

• O cumprimento da missão dos serviços e organismos do Estado exige partilha de responsabilidades, articulação e complementaridade, redes de relação e parceria, postura mais flexível e adaptável às novas exigências, a implicação e envolvimento social e a valorização social do trabalho prestado.

• A relação entre boa administração e boa governação tem sido posta em evidência e não há boa administração sem boa governação.

• Uma organização saudável é, no contexto actual, a que consegue responder de forma adequada às necessidades e expectativas do presente e, simultaneamente, preparar e garantir o futuro.

• Isso exige uma atenção constante ao contexto envolvente, o respeito pelas orientações políticas e a avaliação correcta das necessidades e das expectativas dos destinatários da sua acção.

• A nova cultura organizacional assenta nas ideias de complementaridade de papéis, respeito pelos destinatários da acção, valorização da mudança/evolução, competência, cooperação, imaginação, criatividade e participação.

• A dinâmica actual da gestão passa por uma relação dialéctica que exige bons sistemas de informação, intuição e rapidez nas decisões e interacção entre actores.

• O sistema directivo implica diferentes papéis complementares, gestão do sistema, novas práticas de direcção e valores de confiança e respeito mútuo, que consolidem um trabalho partilhado e cooperativo.

• Gerir é mais que complicado, é uma actividade complexa sujeita a grande pressão de tempo, que requer grande capacidade de avaliação e intuição, utilização de meios de comunicação verbal e uma orientação para a acção que, em muitos casos, não se compadece com reflexões analíticas muito prolongadas.

• A gestão estratégica exige que se distingam conceitos como estratégia, identidade, missão, opinião pública, rede de influências, objectivo, projecto, actividade, plano de acção, programa e orçamentação.

• O ambiente organizacional deve ser de compromisso e responsabilidade e requer uma forte participação de todos os níveis de direcção e dos próprios colaboradores.

• Deve ser trabalhada quer a imagem interna quer a externa pois a acção da administração pública depende cada vez mais das oportunidades e ameaças que o meio envolvente lhe lança.

• Para melhoras a imagem da organização é essencial melhorar a qualidade do serviço (responder de forma rápida e adequar ás necessidades), reduzir os custos (diminuir as formalidades e facilitar o acesso) e melhorar o atendimento (melhorar as condições físicas e personalizar o atendimento).

• Fazer partilhar objectivos, preocupações e procura de soluções implica dotar as pessoas da informação adequada e garantir espaços de diálogo e partilha.

• É hoje vulgarmente aceite a ideia de que as pessoas são o princípio e o fim, o recurso estratégico por excelência;

• O acompanhamento pressupõe uma atitude activa de atenção do que se passa, às dificuldades e riscos, permitindo a sua superação atempada e alimentando o estímulo e as dinâmicas.

• As reuniões periódicas entre serviços podem contribuir para o reconhecimento mútuo e a cooperação e estimular a acção, através de uma competição saudável.

• As condições de atendimento são aspectos a ter em conta, devido ao tempo de espera, à privacidade e ao conforto, contribuindo para a sua humanização.

• Sempre que possível, o cidadão deve ter uma resposta imediata para evitar nova deslocação ao serviço.

• Os cidadãos exigem serviços acessíveis, justos e equitativos, com qualidade, uma administração eficaz na resolução dos problemas e eficiente no uso de recursos públicos.

• Os destinatários da acção são quem exclusivamente sente os problemas ou necessidades a que se quer dar resposta e, consequentemente quem melhor pode ajudar a encontrar soluções.

• Do desejável diagnóstico social resulta a identificação de um conjunto de problemas, caracterizados como dificuldades sentidas para responder adequadamente à estratégia definida ou garantir um funcionamento presente saudável, daí resultando um conjunto de objectivos de mudança que traduzem estados desejáveis para a organização.

• O desempenho organizacional deve ser continuamente avaliado do ponto de vista da:

- Pertinência: adequação das respostas às necessidades e às expectativas;
- Qualidade: estado ou características de um produto, processo ou situação de trabalho, que lhes conferem uma apreciação positiva, de acordo com as expectativas ou padrões definidos ou construídos socialmente sobre os mesmos;
- Eficácia: capacidade de realização dos objectivos fixados;
- Eficiência: relação entre o valor atribuído aos produtos obtidos e o valor dos recursos consumidos para o efeito;
- Produtividade: capacidade de fazer o máximo com o menor custo, ou seja, de garantir a máxima eficácia e eficiência.

• Nas preocupações da gestão deve estar a análise da relação custo/benefício do que se faz.

• O dirigente deve ser um símbolo, um líder e um agente de ligação, um observador atento, um difusor de informação, um porta-voz, um empreendedor, um regulador e um distribuidor de recursos. Deve ter como características fundamentais:

- Saber decidir face à complexidade;
- Saber negociar e garantir a concertação de objectivos;
- Ter criatividade e maturidade;
- Ter aptidões sociais no sentido das relações humanas e comportamentais;
- Ter experiência de condução de grupos;
- Ser persistente e paciente;
- Saber gerir bem o tempo;
- Ter motivação interior para a função;
- Saber acumular um conjunto vasto de tarefas de rotina com uma acção criativa e inovadora.

publicado por 2009_ruimagalhaes às 09:15
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